
VIESTE
Quem eras eu não sabia,
Mas sabia que existias.
Meu coração sempre disse
Que à minha procura virias.
Vieste.
Trouxeste-me o teu sorriso,
Tal como eu desejava.
calaram-se os nossos lábios,
Só nossos olhos falaram.
Quando nossas mãos se tocaram
E com carinho, me puxaste para ti,
Na ternura daquele abraço
Tu disseste: “estou aqui…”
Falaram nossos silêncios,
Falaram nossos afagos…
Não são precisas palavras
Nos nossos momentos magos.
Onde estavas? Tanto te esperei…
O que te trouxe à minha vida?
Quem fez tua voz tão doce
Para me chamares “querida”
Fica…
Não quero perder-me de ti,
Não quero que de mim te afastes.
Não me deixes nunca, amor,
Agora que me encontraste.
14.12.20
15 comentários:
e os silêncios podem tantas vezes dizer tanto...Um poema muito bonito. Gostei.
!!! Mas como te poderia perder
se nunca te achei ???
Fica a pergunta para um poema tão lindo, tão risonho e tão cheio de esperanças
Feliz Natal
QUERIDA LEONOR, QUE FELIZ SURPRESA, ENCONTRAR-TE NO MEU CANTINHO... BELÍSSIMO O TEU POEMA... SUBLIMES PALAVRAS AMIGA... UM FELIZ NATAL... ABRAÇOS DE CARINHO,
FERNANDINHA
Hum.... O amor está no ar.
Se o coração é feito de esperanças, que elas não desapareçam nunca.
Boas festas, muito amor e um abração.
Só para desejar um feliz Natal e um próspero Ano Novo, com o concretizar dos sonhos e da continuação dessa feliz harmonia com as palavras. Um grande e caloroso abraço.
Belo poema sem dúvida. Gostei.
Feliz Natal
Bom Ano 2010
Maria Delfina
Apreciei o poema e o canto dos pássaros.
Umas felizes Festas e um bom 2010, junto a uem desejar.
Abraços.
Gostei do teu poema, Leonor. É muito belo e todo ele é um cântico ao amor genuíno.
Querida amiga, desejo-te as maiores felicidades para o novo ano que se aproxima.
Beijos.
O troar do trovão, esta incessante chuva
As estrelas choram todas as mágoas na terra
Onde param os Anjos, porque não nos acodem os Santos
O mal e o bem porfiam esta eterna guerra
As casas do sul ruiram todas
Tal como a esperança desesperada
Toquei no rosto de uma criança triste
Senti uma paz surgir do nada
Mágico beijo
Tentei comentar a rosa verde pois nos caminhos pedregosos da vida jamais vi rosas verdes.
Fica-me a esperança...
Muito doce este poema. Tem o travo de um mel que se prova e jamais se deixar de saborear.
Lindo!
Mil beijinhos ternurentos
Minha amiga, vamos a escrever.
Beijinhos comm muita ternura
Uau!!! Que intenso! Adorei, bjs!
Estimada Leonor
Acabei de ler o seu poema que já é do ano passado, mas que eu não tinha visto, mas é lindo o poema. É um desejo e uma esperança (...mas sabia que existia...) e é um encontro de almas gémeas e é uma descoberta (...Estou aqui...)(..quem te fez a voz tão doce?..)e é também um pedido (...fica...não quero perder-me de ti...)e é medo de perda (não me deixes nunca, amor...)Resumindo o amor é desejo é esperança,é um encontro de almas gémeas,que pede, é o medo de perder. bonito! Aqui lhe deixo um pequenoo poema ao amor.
A vida sem amor é um deserto
É praia onde não se pode nadar,
Tem muito sol e muita areia,
Mas falta-lhe a água do mar.
Espero que goste.
Parabéns
António Silva
Quanto mais te leio, mais gosto Leonor, força para continuar, tens escritos muito belos, parabéns.
Beijo da natalia
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