Talvez não saibas Mas dormes nos meus dedos De onde fazem ninhos as andorinhas... Joaquim Pessoa

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

AO PÔR-DO-SOL


Com o pôr-do-sol morrem os meus sonhos,
Cansados de tão longa espera
E as lágrimas deslizam pelo meu rosto.
Quem dera que meu pranto levasse a minha mágoa
E o desencanto de te ver só no meu horizonte.
A esperança é uma flor que murchou
E cujas pétalas desfolhei entre meus dedos.
Nada me resta a não ser a cumplicidade
Que existe entre mim e o pôr-do-sol.
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Leonor Costa
Em 12.2007