Talvez não saibas Mas dormes nos meus dedos De onde fazem ninhos as andorinhas... Joaquim Pessoa

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sexta-feira, 30 de maio de 2008

ATÉ AO FIM!

Ás palavras que vivem
Aprisionadas na minha garganta,
Quiseram cortar-lhes a língua,
Para lhes roubarem a voz!
Ah, mas nunca conseguirão calá-las!...
Elas são como a voz dos poetas
Que habita dentro de nós!
E a voz dos poetas é sangue!
É força não reprimida!
E o sangue agita-se e luta
Enquanto lhe sobrar VIDA!




Leonor Costa


Em 28.05.2008