Abriram-se as portas do Palácio do Silêncio E o Silêncio saíu invadindo toda a terra.
A natureza entoou um cântico de paz,
Calaram-se, para sempre,
As armas e os clamores de guerra.
O chão ressequido floriu
Por sobre um tapete verde de esperança!
Os seres alquebrados ergueram suas faces
E deixaram-se envolver pela bonança.
A terra, planeta azul, entristecido,
Agora já tem no rosto um sorriso!
Meu Deus, como seria bom
Adormecer neste inferno que é a vida,
Para acordar, feliz, num Paraíso!
Leonor Costa
Em 12.2008
Este poema está a ser postado pela 2ª. vez porque foi eliminado. Perdi os vossos comentários e gostava de tê-los novamente, se possível. Obrigada.